Tragedia na escola em Realengo revela revolta contra Deus

Diante de qualquer tragédia, o filme sempre se repete. As pessoas se revoltam e imediatamente começam a julgar os fatos, cada um de acordo com o seu senso de justiça pessoal. Todos querem, a qualquer custo, encontrar um culpado. Nessas ocasiões, Deus, mais uma vez, é colocado no banco dos réus para ser julgado por indivíduos revoltados e completamente cegados pela emoção do momento.

Hoje, 07/04/2011, o Brasil e o mundo ficam estarrecidos com mais uma tragédia. Um atirador entra em escola em Realengo-RJ, mata 11 alunos e se suicida.

Muitos filmes foram postados no Youtube e os comentários revelam o sentimento e o pouco conhecimento existente acerca de Deus. Entre os desabafos,encontrei: “Quase 10 minutos de vídeo e não há uma única ambulância, somente um carro da polícia? Outra coisa: parem imediatamente de falar em Deus aqui, Deus ali… Sejam menos alienados, menos ignorantes, menos submissos, menos otários. 10 crianças inocentes foram assassinadas e têm idiotas dizendo que Deus estava lá protegendo as crianças. Quanta alienação! Quanta ignorância! E os 10 que morreram fuzilados pelo monstro? Onde estava Deus? Acorde Brasil, mais cidadania, menos Deus!”

Cada pessoa, num momento como esse, fala do que está cheio o coração. Os amigos de Deus sabem como o mundo espiritual funciona e a razão de todas estas coisas. Mas aqueles que não reconhecem o Criador como o Seu Deus, se desesperam.

Entendemos que a perda de vidas sempre é algo doloroso. Mas, precisamos olhar o que está como pano de fundo.

Existe um presente que Deus concedeu ao ser humano que é o livre arbítrio. A liberdade de escolha é necessária para que as pessoas possam amar. Sim, sem livre arbítrio não existe amor. Quando Deus criou a raça humana, a criou por amor. Deus, pelo seu poder e graça, continua garantindo a todos a liberdade de escolha. Podemos aceitar ou rejeitar o amor do Criador. Deus não sai por aí matando quem o rejeita e nem tão pouco sai vingando-se daqueles que falam mal dEle. Hoje é o tempo da livre escolha, a fé é o convite estendido a todos.

Veja o que a Palavra de Deus nos diz sobre as pessoas que se opõe a Deus: “Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém! (Romanos 1:18-25, NVI)”

É muito importante aceitamos que Deus é justo, porque se Ele não fosse, não existiria mais nada no universo. O Senhor anuncia, em toda a Bíblia, um julgamento final que definirá a sorte de cada ser humano. O sábio Salomão afirma: “Agora que já se ouviu tudo, aqui está a conclusão: Tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos, porque isso é o essencial para o homem. Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo o que está escondido, seja bom, seja mau (Eclesiastes 12:13-14).”

Deus é o nosso Juiz e essa competência pertence apenas a Ele. Quanto a nós, o nosso papel é o de ter esperança e fé, sabendo que o Senhor está finalizando a Sua obra de resgate de homens na Terra. Jesus está voltando para por fim a toda dor, lágrima e tristeza. Aqueles que aceitaram o sacrifício de Jesus e viveram como Seus amigos, receberão a recompensa da vida eterna (João 3:16).

Adventismo Histórico?



Ministérios independentes e grupos dissidentes buscam espaço nas congregações adventistas sob a alegação de serem os genuínos arautos do assim chamado “adventismo histórico”, que precisa ser pregado a uma igreja supostamente em apostasia doutrinária. Alguns desses ministérios e grupos definem adventismo histórico como a rejeição da doutrina da Trindade e da personalidade do Espírito Santo. Suas principais características são consideradas em um artigo publicado anteriormente.
1 Outros ministérios e grupos, mesmo aceitando a existência da Trindade, alegam que Cristo assumiu uma natureza humana caída, com a mesma tendência natural para o pecado dos demais seres humanos.
O presente artigo provê uma breve análise crítica deste segundo segmento, da perspectiva do seu apelo à história adventista; do seu uso da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White; de sua suposta relevância para a mensagem adventista, bem como do perfil ético dos seus postulados.
Quão histórico é o adventismo histórico? – As exposições históricas produzidas pelos adventistas históricos dão a impressão de que todos os pioneiros acreditavam exatamente como eles, sem vozes divergentes; e que a publicação do livro Questions on Doctrine [Questões Sobre Doutrina], em 1957, introduziu no seio da denominação a assim chamada “nova teologia” apóstata. Críticas são feitas também a D. E. Rebok, que revisou em 1949 o clássico livro Bible Readings for the Home Circle (publicado em português como Estudos Bíblicos), suprimindo do seu conteúdo a afirmação de que Cristo veio em “carne pecaminosa” como a dos demais descendentes de Adão. Mas nenhuma alusão é feita ao fato de que tal afirmação, não sendo parte do conteúdo original do livro (publicado desde 1889), foi incorporada a partir da edição revisada de 1914!
Entre as incoerências históricas do segmento em discussão existem duas que merecem ser destacadas. Primeira, como a teoria de que Cristo veio em carne pecaminosa floresceu entre os antitrinitários, os adventistas históricos, por uma questão de coerência, deveriam também aceitar o antitrinitarianismo, negando assim a coeternidade de Cristo com o Pai e a personalidade do Espírito Santo. Segunda, o forte apego dos adventistas históricos à tradição da igreja, como determinante da verdade, acaba suscitando a indagação: Não estariam os adventistas históricos atribuindo à tradição adventista a mesma autoridade que o maior poder eclesiástico atribui à sua própria tradição? Seja como for, devemos aceitar da tradição adventista apenas os componentes que estão em plena conformidade com os ensinos da Bíblia e dos escritos de Ellen G. White, interpretados adequadamente.
Quão inspirado é o adventismo histórico? – Todos os movimentos dissidentes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ao longo das décadas, sempre buscaram validar seus postulados na Bíblia e nos escritos de Ellen G. White, e o adventismo histórico não é uma exceção. Mas uma análise mais detida desse movimento evidencia leituras tendenciosas e parciais dos textos inspirados. Como os antitrinitários enfatizam os textos que falam apenas do Pai e do Filho, em detrimento daqueles que mencionam o Pai, o Filho e o Espírito Santo, assim também o segmento da natureza humana caída de Cristo enfatiza os textos que parecem endossar sua posição em detrimento daqueles que mencionam que Cristo não tinha tendência para o pecado.
A grande maioria dos teólogos adventistas concilia as várias declarações inspiradas sobre a natureza humana de Cristo afirmando que ela era física e morfologicamente enfraquecida pelo pecado, mas espiritual e moralmente sem tendência ao pecado. Mas, alegando que essa posição apresenta um Cristo híbrido e sem possibilidade de ter sido tentado, os adventistas históricos preferem ficar apenas com as declarações que favorecem suas teorias. A postura deles pode ser humanamente lógica e atrativa; mas é, ao mesmo tempo, parcial e seletiva em sua interpretação dos textos sagrados. Sem dúvida, como o primeiro Adão foi tentado sem ter uma natureza humana caída, assim o segundo Adão (Cristo) também o foi, “mas sem pecado” (Hb 4:15).
Quão relevante é o adventismo histórico? – Um estudo detido do desenvolvimento das doutrinas adventistas revela que o verdadeiro “adventismo histórico” abrange todo o sistema de verdades presentes, desenvolvidas em duas etapas. O período “pós1844” foi caracterizado pela definição de doutrinas distintivas da fé adventista como a lei e o sábado, a segunda vinda de Cristo, o sacerdócio de Cristo no santuário celestial e a imortalidade condicional do ser humano.2 No período pós-1888, a mensagem adventista foi enriquecida com maior ênfase nas doutrinas evangélicas da salvação pela graça mediante a fé, da plena divindade de Cristo e Sua coeternidade com o Deus Pai, bem como do Espírito Santo como a terceira Pessoa da Divindade.
A tentativa de redefinir o adventismo histórico da perspectiva do antitrinitarianismo ou da natureza humana caída de Cristo, importante como possa parecer, acaba reduzindo o amplo espectro da mensagem adventista. Esta é, sem dúvida, mais uma estratégia satânica para desviar a atenção do amplo sistema de verdades presentes, concentrando-a apenas em um de seus componentes. Com isso, grande parte da energia da igreja, que deveria ser gasta na evangelização do mundo, acaba sendo consumida por infindáveis discussões internas. Ellen G. White adverte: “Se Satanás for capaz de manter homens ocupados em responder às objeções dos oponentes, impedindo-os assim de realizar a mais importante obra para o tempo atual, seu objetivo será atingido.”3
Quão ético é o adventismo histórico? – Muitos adeptos do adventismo histórico têm assumido uma atitude extremamente crítica e belicosa para com a igreja e sua liderança. Alguns deles insinuam que a liderança da igreja acabou apostatando com a publicação do livro Questions on Doctrine, em 1957. Um de seus mais importantes líderes chegou mesmo a afirmar que o referido livro “atingiu o adventismo do sétimo dia com uma destruição doutrinária equivalente a um milhão de bombas atômicas”. Uma vez que o livro está disponível em português,4 seria oportuno que o leitor analisasse a validade de tais alegações à luz do próprio conteúdo do livro.
É certo que existem alguns teólogos, pastores e líderes que favorecem a noção de que Cristo assumiu uma natureza humana com tendência para o pecado, mas que não fazem disso uma arma para atacar a igreja e sua liderança. Aqueles que usam os nomes dessas pessoas para justificar sua belicosidade dissidente estão sendo desonestos para com a postura ética de tais líderes. Devemos lembrar ainda que, de acordo com o Manual da Igreja, um membro com postura independente ou separatista pode ser, inclusive, motivo de disciplina eclesiástica.5
Sempre que surgirem indivíduos e ministérios propondo reformar a Igreja, devemos primeiramente avaliar seus postulados e atitudes à luz dos conselhos de Ellen G. White no livro Testemunhos Para Ministros, p. 15-62. Devemos observar também se tais ministérios promovem a humildade pessoal (Mt 23:12), a alegria da salvação (Sl 51:12) e a unidade da igreja (Jo 17:20-23). Acima de tudo, devemos confiar na liderança divina. De acordo com Ellen G. White: “Não há nenhuma necessidade de duvidar, de estar temeroso de que a obra não seja bem-sucedida. Deus está à frente da obra, e porá tudo em ordem. Caso haja coisas necessitando serem ajustadas na direção da obra, Deus atenderá a isso, e trabalhará para endireitar todo erro. Tenhamos fé que Deus vai conduzir a nobre nau que transporta Seu povo, em segurança, para o porto.
" Nossa maior felicidade será de um dia atracarmos nosso barco, viver para sempre ao lado de Jesus e não temer à morte, nem coisa alguma, pois Jesus é o Reis dos Reis".

Namoro



Época de namoro, dizem, é um tempo em que se vive com os olhos vendados, os ouvido surdos e o cérebro travado. Evite cair nesse rótulo tomando atitudes sérias desde o início. Haja com honestidade.

Faça Cristo o Centro do Seu Relacionamento

Namoro de passatempo como conhecemos hoje, não existia como forma normal de relacionamento. Foi a partir das primeiras décadas de 1900 que foi se tornando cada vez mais comum. Hoje, muitos adolescentes caem de cabeça nesse tipo de namoro às cegas e sem nenhuma orientação e, assim, nem pensam em regras de segurança para o bem do seu relacionamento. Muito cedo descobrem que há mais responsabilidades do que poderiam imaginar.

Um bom planejamento para seus encontros fará a diferença em seus relacionamentos. Isto pode parecer nada romântico, mas se você não estabelecer guias e limites para si mesmo, facilmente estará metido numa situação que comprometerá seus valores e crenças. Antes de sair para os encontros, os namorados devem conhecer claramente o limite dentro do qual irão se relacionar. A comunicação desde o início da paquera é muito importante. Devem falar francamente acerca do que cada um espera do outro.


É importante pensar e escolher de antemão o que fazer quando estiver em uma situação difícil. Se a decisão foi de somente dar as mãos, permaneçam aí e não mudem as regras no meio do jogo. Descubram maneiras de evitar que o envolvimento vá se tornando demasiado íntimo. Uma boa medida preventiva é participarem de atividades junto com um grupo, assim não serão tentados a exagerar nos carinhos e beijos. Por isso, o planejamento do encontro sobre o que farão ou que atividades realizarão, tem seu valor. Ao fazerem assim, haverá muito menor possibilidade de passarem por situações desconcertantes.
O bom-senso de estabelecer limites para a aproximação física no namoro deve ser bem considerado, levando em conta que ao transpor cada limite, emoções e desejos físicos mais fortes são incitados, e o resultado é que o casal acabará perdendo o controle e se envolvendo em um relacionamento sexual prematuro.


Como jovem adventista você deve escolher namorar alguém que tenha sua mesma crença. Facilmente haverá comprometimento dos princípios cristãos quando suas emoções puxam para um lado e sua razão para o outro.
Comunique seus planos aos seus pais, contando-lhes sobre o tempo que estão passando juntos. Pergunte, tire suas dúvidas para evitar erros. Os adultos percebem algumas coisas das quais os adolescentes não se dão conta. Observe os erros dos outros e aprenda para não cair no mesmo engano que eles.


Quando lemos sobre o ponto de vista bíblico acerca do contato físico entre um homem e uma mulher, vemos que é descrito sempre dentro do quadro do casamento. No seu livro Namoro Cristão Versus Namoro de Passa Tempo, o autor Jim est escreve, “Primeiro Coríntios 7:1 reconhece só uma espécie de toque: o toque sexual”. A grande pergunta é: um toque afetuoso demonstrado num namoro de passa tempo é sexual ou não sexual? Pelos ensinos das Escrituras há o toque do ósculo santo (ou o toque de mãos para cumprimentos sociais), e que todos os outros toques afetuosos expressos entre um homem e uma mulher, são por definição “toques sexuais”. Essa é a maneira como a Bíblia usa o termo “toque”. (Para confirmar leia Gênesis 20: 4, 6; Rute 2: 9; Provérbios 6: 29).


Por certo nos lembraremos na próxima vez que virmos um casal de namorados se tocando, que tais toques são sexuais. Claro que não é o ato sexual consumado, mas nem por isso deixam de ser classificados como toques sexuais, e que são estes que conduzem os namorados a maiores liberdades.


Lembre-se sempre de que, se a pessoa com quem você namora quer avançar muito na aproximação física ou se torna abusiva com você de um modo ou outro, fique esperto(a) e caia fora. Não é seguro namorar alguém que não lhe respeita. Hoje em dia os adolescentes precisam tomar cuidado especial com seus relacionamentos para evitar estupro, seqüestro, abusos e violência, drogas, doenças, e gravidez. Como cada dia aumentam estas coisas negativas, há muitos adolescentes imaginando se há melhores alternativas para seus relacionamentos de namoro.

" Deus tem que estar sempre no centro dos nossos relacionamentos, nunca esqueçam disso".

Missão Calebe deverá ser adotada em outras regiões do mundo


Spring, EUA ... O projeto Missão Calebe, de estímulo ao evangelismo jovem, deve ultrapassar as fronteiras da América do Sul nos próximos anos. É o que informa o pastor Areli Barbosa, líder de Ministério Jovem da sede sul-americana adventista que participa de evento nos Estados Unidos com outros líderes da área.

Conforme Barbosa, a sede mundial adventista está empolgada com o projeto e pretende incentivar que outras regiões do mundo adotem o mesmo princípio. Regiões administrativas da América Central, América do Norte, Austrália e outras já demonstram interesse em ter as primeiras iniciativas do Calebe além-mar, segundo afirmou na reunião o líder mundial dos jovens adventistas, pastor Gilbert Cangy.

Hoje, em oito países sul-americanos, o Missão Calebe envolve 43 mil jovens que doam parte de suas férias, nos meses de janeiro e julho, para evangelizar cidades, bairros ou localidades geralmente sem presença adventista. Além de colaborar com a pregação de mensagens bíblicas, atuam na área comunitária. No Nordeste do Brasil, onde o projeto começou, já são 12 mil e 500 jovens motivados para falar de sua fé de maneira diferenciada. Na região de Trujillo, no Peru, recentemente nove mil “calebes” foram reunidos. “É o tipo de projeto que dá sentido à juventude dentro da missão de disseminar os ensinamentos bíblicos. Ficamos felizes com esta expansão, pois Deus tem um grande plano para os jovens”, comenta o pastor Barbosa.

Os Jovens de Cara Nova

Nosso mundo vive em constantes mudanças, e a cada dia elas são mais rápidas. O grande desafio que temos como Ministério Jovem é nos adaptarmos a elas sem permitir que a secularização ganhe terreno. Com certeza você enfrenta esse desafio claramente em sua igreja. Precisamos “modernizar sem mundanizar”.


Não existe outra saída. Temos que enfrentar essa realidade. Se pararmos no tempo vamos perder a conexão com o coração e com as necessidades dos jovens, e com isso também perdemos nossa eficiência. É preciso manter os princípios antigos e originais, mas dar a eles uma roupagem nova.


Por isso, quero lhe apresentar uma proposta que vai dar uma “cara nova“ aos jovens – o Clube de Jovens. Ele atende várias necessidades dos jovens como: sociabilidade, compromisso, estar em turma, desafios, recompensas, crescimento pessoal, entre outros. Por isso, ele pode ser uma ferramenta eficiente para organizar nosso exército de jovens.


Na verdade, o programa já está sendo implantado a alguns anos em diversas regiões do Brasil, e trazendo ótimos resultados. Já existem Clubes funcionando nas Uniões Norte, Nordeste, Este e Central. Já temos, hoje, mais de 200 Clubes em funcionamento em todo o país. Chegou o momento, porém, de levar essa idéia para sua igreja.


O Ministério Jovem não pode mais viver de programas e festas especiais. Os programas são muito úteis para celebrar e orientar e as festas, o próprio nome já diz, são especiais, ou seja, acontecem de vez em quando. Eles, porém, não sustentam a vida diária dos jovens. Precisamos de um projeto que os envolva fortemente como pessoas, traga compromisso, e os ajude a crescer em todas as áreas da vida. O Clube de Jovens cumpre esse papel, e isso já está provado por aqueles que estão trabalhando com ele.


Este é um projeto que está começando, ainda, mas já promete um novo tempo, uma “cara nova” para o Ministério Jovem. É preciso começar com calma, com cuidado, seguindo as orientações, para que ele possa dar certo.


Quero desafiar você a experimentar essa nova realidade. Nesta edição da “Ação Jovem”, estão algumas orientações básicas para a organização e funcionamento de um Clube, mas o Ministério Jovem de sua Associação ou Missão possui um manual bem completo com as orientações necessárias para que o Clube possa funcionar. Não deixe de conversar com seu departamental ou regional e ler todo o material disponível antes de iniciar o programa. Eles podem lhe ajudar a ter uma boa experiência e não desgastar o programa ainda no início.


Você recebeu a tarefa de conduzir os jovens diante de todos estes desafios. Aproveite essa oportunidade e escreva uma nova história, dando uma “cara nova” ao Ministério Jovem em sua igreja.


Reúna sua equipe e com oração, criatividade e dedicação dê o primeiro passo. Deus vai abrir as portas para você.

Maranata!

Evangelismo na Internet


O evangelismo na internet da Igreja Adventista tem avançado rapidamente. A cada dia mais pessoas tem usado esse meio para compartilhar a mensagem de esperança. Prova disso são os 3 milhões de visitas que a versão digital do livro Ainda Existe Esperança recebeu entre fevereiro e maio de 2011 (esperanca.com.br/aindaexisteesperanca).

A participação voluntária dos membros é a principal razão desse crescimento. Através do uso das redes sociais, blogs e e-mails eles compartilham conteúdos bíblicos e ajudam os internautas que estão em busca de Deus.

Em maio, o site bibliaonline.net atingiu a marca de 100 mil respostas à perguntas bíblicas. Através do esforço de conselheiros voluntários que se cadastram no site para responder as dúvidas dos internautas, estima-se que mais de 70 mil pessoas tenham sido beneficiadas com este serviço.

Em cidades muito populosas e países onde a liberdade religiosa é restrita, esse tipo de evangelismo tem sido fundamental para o crescimento da igreja. Em 2007, um casal de missionários que participava do fórum mundial de internet (GIEN) contou que se esforçavam para manter um site num país islâmico que tinha apenas 17 adventistas. Em 2010 o mesmo casal informou que agora a igreja tem 6 sites e cresceu para 56 o número dos adventistas que encontram a Cristo pela internet.

Neste ano o GIEN (gien.adventist.org) acontece na Jamaica e reunirá pessoas de várias partes do mundo que tem usado a internet para apressar a volta de Jesus. A Rede Novo Tempo irá fazer cobertura do evento em tempo real através do Twitter e Facebook.

Semelhanças e diferenças no namoro

 Todos sonhamos encontrar o parceiro ideal, aquele criado sob medida, especialmente para nós. Como encontrá-lo? Seria melhor que ele fosse bem parecido comigo ou completamente diferente? A voz do povo ensina que “os opostos se atraem”. Também determina, em outro extremo, que “dois bicudos não se beijam”. Poderia haver alguma verdade nesses ditados? Qual deles melhor se aplica a uma relação a dois? Não dá para concordar com essas afirmações radicais.

Os casais que “dão mais certo” são aqueles que têm maior número de pontos semelhantes entre si. Mas parece que se fala por aí que no namoro o parceiro deve ser alguém diferente, oposto, para completar nossa personalidade. Quando os opostos se atraem É na paixão e não no amor que os opostos se atraem, pois querem que o outro complete nele aquilo que falta. Por exemplo: se sou tímido, fico de fora das reuniões, e gostaria de pertencer ao grupo, posso pensar que a namorada ideal deveria ser alguém muito extrovertida, que conseguiria me fazer “sair da toca”.

Pelo menos iria me levar junto às reuniões. Entretanto, se a timidez é meu próprio jeito de ser, ao passar por tantas encontros de grupo que não fazem parte de mim, de meu estilo de personalidade, vou começar a me irritar com tudo isso e com tanta gente em volta da minha namorada que, para complicar ainda mais, nem percebem que eu estou ali, pois sou mais calado. Da mesma forma, se o tipo extrovertido escolher ficar comigo para ver se consegue se acalmar, com o passar do tempo ela também vai se cansar. E assim, aquela característica que nos atraiu um ao outro num primeiro momento, por ser oposta ao que somos, será exatamente a característica que vai incomodar e afastar um do outro quando a agitação da paixão diminuir. E aí não conseguimos entender por que os opostos se afastaram…

IMPORTANTE:

• Qual é a melhor maneira de enxergar estas diferenças, que vão trazer problemas no futuro, durante o namoro?

Amizade e Namoro Fico tentando entender por que razão usamos critérios diferentes quando queremos arrumar amigos ou namorados. O fato surpreendente é que muitas amizades duram mais do que parte dos namoros. Para que sejam nossos amigos temos a tendência de escolher pessoas que se parecem conosco, que têm o mesmo gosto, um jeitão parecido. E funciona! Para namorar, saímos à procura “daquela pessoa que nos completa”. Nem sempre dá certo, porque fica faltando alguma coisa. Penso que isso tem a ver com o fato de não nos aceitarmos como somos. E pensar que o outro é sempre melhor do que nós. Você já parou para pensar a esse respeito? Se não gosta de si mesmo, e se quer namorar alguém que seja o seu oposto, é sinal de que não está satisfeito com o que você é. Por isso quer no outro o que você não consegue ser. Se não posso mudar quem sou, não posso vir a ser o outro. Você já viu um tímido tentando ser extrovertido? Fica meio forçado, não é? Pois bem, se não consigo ser o outro, por mais que tente, a admiração que tenho por determinada pessoa vai acabar se transformando em inveja, que afasta um do outro. Daí, o relacionamento chega ao fim “por absoluta incompatibilidade de gênios”! Parecido, mas diferente Agora, se eu me gosto, se me aceito, tenho prazer em ser quem sou e fazer o que faço, independente do que os outros querem, vou escolher e aceitar alguém que se pareça comigo, pois eu me gosto. Se na amizade procuramos os semelhantes e dá certo, por que no namoro não agimos assim? As chances de pessoas com afinidades entre si se relacionarem bem são muito maiores do que o relacionamento com os opostos.

Bem, ter afinidade não quer dizer que não possam existir divergências ou diferenças. Todavia, estas são mais fáceis de resolver, porque o casal tem na relação muitos pontos comuns, o que facilita a busca de igualdade e companheirismo. Mesmo nos casais com maiores afinidades, as diferenças vão existir, pois cada ser humano é único, distinto um do outro. Dessa forma, ter afinidade não é ser igual, mas ter determinadas características em comum. Diferenças não são defeitos. Elas existem e servem para nos distinguir. No relacionamento, devem ser aceitas e acomodadas dentro do limite de cada um. A diferença é importante para, através dela, se criarem coisas novas e especiais na relação. Mas para as diferenças serem aceitas, é preciso ter pontos de apoio comuns à relação. Por essa razão, a Bíblia é tão sábia ao dizer que a união de pessoas de “jugo desigual” não seria positiva. Os parceiros com pontos em comum: interesses, gostos, famílias afins, tipo de educação, grau de estudo, condição financeira e religião, funcionam melhor quando juntos.

Esperança em Jesus

Todos nós sabemos que o único lugar para encontrarmos esperança é aos pés de Jesus, nos entregando totalmente, deixando tudo para trás e seguindo os passos de Jesus.
Muitas pessoas imaginam que não existe esperança para esse mundo em que vivemos, para as coisas que ultimamente tem acontecido, a miséria, mortes, a falta de amor, as drogas e etc. Mas Deus mostra que ainda existe, é tão dificil para as pessoas acreditar, que deixam de amar à Deus, entregando suas vidas ao inimigo, perdendo sua salvação.
Para este mundo ainda existe esperança, no dia em que deixarmos Jesus ser o capitão do nosso barco, o fator mais importante em todas as áreas da nossa vida.

Jocymar Sodreh. Tecnologia do Blogger.
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